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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Fé, Liberdade religiosa ou condescendência com a burrice?



  • Estamos confundindo liberdade religiosa com condescendência à burrice.
Conta a história das ideias que ao longo dos debates do século XVIII na França, a respeito do mundo que poderia emergir a partir do movimento do Enciclopedismo, os filósofos franceses Diderot e Voltaire conversavam sobre o futuro da religião, investigando se esta poderia ou não ser abolida. 

Diderot defendia uma postura radicalmente materialista. Para ele, era possível uma moral completamente laica e, portanto, não se fazia necessária a manutenção da religião. Voltaire concordava com ele, contanto que tal moral laica ficasse apenas para os intelectuais. Para as massas populares nada escolarizadas ou pouco escolarizadas, Voltaire aconselhava que os códigos ético-morais fossem ainda os religiosos. 


Voltaire não acreditava que as leis morais pudessem ser cumpridas pela população se elas fossem ensinadas como não vindo de entidades divinas.


Esse debate não é mais o nosso, mas vivemos, ainda, sob a esteira de seus dividendos. Uma boa parte dos intelectuais liberais mais sofisticados não possui nenhuma prática religiosa. Eles conduzem suas vidas segundo uma moral laica, em geral pragmática. São pessoas que, como eu próprio, não precisam se colocar nem como ateus e nem como crentes religiosos. São aqueles que notaram que a frase “Deus está morto”, de Nietzsche, era uma consequência natural da estocada positivista contra a busca do absoluto, ou seja, contra o que havia restado de movimento metafísico após o ataque de David Hume. Mas uma boa parte da nossa sociedade se move eticamente a partir de preceitos religiosos. Entre estes, havia até pouco tempo dois tipos de pessoas: aqueles que absorviam a ética cristã, principalmente a criada a partir da Igreja de Paulo, independentemente dela ser ou não religiosa, ou seja, sagrada; e aqueles que a absorviam a partir do que entendiam como sendo o seu caráter sagrado.  Mas, agora, há uma nova forma de entrelaçamento entre ética e religião, aquela nascida do crescimento das igrejas evangélicas entre nós e, como reação a isto, o aparecimento de correntes altamente conservadoras na Igreja Católica. Um novo tipo de brasileiro tem emergido entre nós, a partir dessa situação que passou a vingar principalmente no final dos anos oitenta.


Esse terceiro grupo de pessoas não possui nenhuma ética organizada. Eles não sabem o que é o certo e o que é errado a partir de uma relação entre suas faculdades racionais e determinados códigos éticos, laicos ou religiosos. Eles se movem por regras simples de uma pseudo-ética. E então são presas fáceis de outra pseudo-ética, a das igrejas. Essa falsa ética ou pseudo-ética, no Brasil, lhes é dada por pequenos preceitos supérfluos, criados no interior do movimento de proliferação de igrejas dos anos noventa e de agora. É onde essas pessoas um tanto perdidas encontram uma certa “comunidade” que as acolhe e lhes dá uma mínima “visão de mundo”, que lhe dá algo que parece um sentido para suas vidas mentais até então simplórias ou apenas desorganizadas.


Uma ética e uma moral se consubstanciam, no limite, em conjuntos de apontamentos sobre o que é interessante fazer e o que é inútil ou nocivo de levar adiante. Ou seja, trata-se do ethos de um povo transformado em código de conduta explícito, fácil de ser absorvido pelas crianças, relembrado pelos adultos e ensinado aos estrangeiros. Todavia, isso não pode ser aplicado pelas igrejas, uma vez que isso afastaria a população dos templos — antes somente os dos evangélicos, agora também os dos católicos. Na competição para arrecadar almas pagantes ou almas que pela presença conferem poder ao pastor (que ele pode reverter em poder político e financeiro), as igrejas perceberam que precisam criar um sistema facilitador em relação às proibições. Eis um exemplo: não se pode condenar um fiel que vende um terreno para outro fiel pelo dobro do preço que vale, pois esta é a regra geral pela qual todos vivem ali na “comunidade”, então, pode-se substituir essa proibição por uma como “não dizer palavrões”. Outro exemplo: não se pode condenar um fiel por ele não ter nenhuma piedade com um mendigo na frente da igreja, pois na comunidade ninguém pode parar a vida para cuidar dos que estão na rua (repare como os “crentes” têm ficado endurecidos de coração, como os católicos já foram acusados disso), então pode-se substituir tal condenação por uma aleatória, a de ter faltado no culto do dia X ou Y. As regras de uma conduta ético moral ligada à religião, no caso, a cristã, são substituídas por regras de cada igreja, segundo um sistema de proibições rígido, porém irracional e baseado apenas na necessidade de que se tenha, ainda, algo que é dito que “não pode”. Sobra da religião não o “pode isto e não pode aquilo”, da doutrina que, por sua vez, estaria fundada numa filosofia e numa teologia, e sim o “não pode aquilo”, mas “aquilo” é apenas algo sem sentido.


É claro que tudo isso é ajudado por outros mecanismos, principalmente o atrativo do “milagre”, da “cura imediata” ou da “salvação” que, enfim, não é a salvação contra o Mal, e sim a salvação financeira ou o desemprego ou a falta de sorte etc. Ou seja, o Mal se traduz em males da cada um, em um sentido moral bem empobrecido. O pastor promete dar ao fiel não um Deus ou um Jesus ou coisa parecida, nos cânones do cristianismo que conhecíamos antes dos anos noventa. Ele promete dar um Mágico, alguém do Além que pode ser chamado, a qualquer momento, para resolver problemas cotidianos. O azar na vida é coisa mostrada como produto de uma entidade denominada “Demônio”. A sorte pode ser restabelecida pela fé, uma fé esvaziada de religiosidade, ou seja, algo que se faz sentir a partir do pronunciamento de palavras do tipo “Sangue de Jesus tem poder”, exatamente como Mandrake poderia dizer “Abracadabra”. Isso quando não é o caso do pastor, na própria igreja transformada em picadeiro de circo, fazer uns movimentos físicos para dominar o Tinhoso! Esse tipo de prática, semelhante a um resto de neopaganismo de tipo bárbaro, agora atinge não só evangélicos, mas católicos e espíritas que começam a se sentir atraídos para o mundo da completa incapacidade de se adaptar a uma mentalidade científica. Mas se engana aquele que acredita que isso agarra somente os desescolarizados no Brasil de hoje. Há muitas pessoas nas universidades “pensando” dessa maneira.


Volto a Diderot e Voltaire. Este, quando dizia que a religião deveria ser mantida mesmo num mundo reconstruído pelo Iluminismo, imaginava que a religião cristã poderia se limitar aos cânones de sofisticação teológica que havia alcançado. Isso implicava, então, a manutenção da completa transcendência de Deus. Desse modo, Deus ou Jesus ou qualquer coisa parecida com entidades divinas, estaria em contato com os homens por meio de rituais privados, ouvindo os homens. Caso houvesse qualquer intervenção divina no mundo dos homens, tal intervenção seria “filtrada” pela alma humana que, então, ao lembrar-se dos exemplos das entidades divinas (por exemplo, a vida de Jesus ou dos santos etc.), inspiraria atos mentais, de caráter intelectual e moral. Mas não foi assim que as coisas evoluíram em nossos tempos recentes. No movimento de proliferação de igrejas dos anos noventa, e que continua agora mais forte que nunca, ninguém é “tocado” pela inspiração dessa maneira. Todos são tocados de modo mágico. Entidades tais como Deus, Jesus ou o Demônio, atacam diretamente a Terra, interferindo nas relações causais, ou seja, quebrando a ordem natural (mandando a Física, a Biologia etc às favas). O que antes se chamava de milagre — em relação ao qual a Igreja Católica criava todo um processo enorme de investigação para conceder fé — agora se tornou possível para qualquer corretor de imóveis sem registro ou vendedor de carnê do Baú, que pode colocar um terno surrado e virar pastor ao carregar embaixo do braço um negócio que ele chama de Bíblia. E os “abracadabras” correm o país. Não há nada menos religioso que isso. Mas é isto que domina a juventude brasileira e, pasmem, já domina também boa parte de nosso professorado na escola básica.


Nós não vamos tornar o Brasil um bom lugar de viver deixando nossas crianças nas mãos desse tipo de gente, com essa mentalidade. Estamos dando diplomas de professores, na universidade pública, para pessoas que não pensam de maneira racional. Elas são cativas dessas igrejas. Logo teremos uma mentalidade mística em cargos importantes da República. 


Gente incapaz de entender como funciona mecanismos de inflação ou como que é possível evitar a dengue. Será difícil fazer do país uma grande nação com esse tipo de mão de obra, completamente imbecilizada.


Temo que paguemos todos, de modo drástico, por esse nosso descuido. Esse descuido de nossas universidades para com a evolução da barbárie embaixo de nossos narizes. 

  • Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor e professor da UFR-RJ.



domingo, 7 de janeiro de 2018

Empreendedorismo - Histórias de Sucesso

  • 1 - Passo - Iníciar seu próprio negócio de brigadeiro

  • 2 - Passo - Iníciar seu próprio negócio de brigadeiro

  • 3 - Passo - Iníciar seu próprio negócio de brigadeiro
  • Gosto do impossível, porque lá a concorrência é menor. Walt Disney
Aos 17 anos, quando Alexandre Costa vendia chocolates de porta em porta para ajudar a família, não imaginava que 28 anos depois seria dono da maior rede de chocolates finos do mundo, a Cacau Show.

  •     “A distância de um sonho se torna mais curta quando você acredita que pode realizá-lo” – Alexandre Costa
A Cacau Show foi fundada na Páscoa de 1988. Após aceitar a encomenda de 2 mil ovos de 50 gramas, o empresário descobriu que a fábrica da qual era cliente não produzia o produto com o peso necessário. Ele não desistiu e bateu na porta de vinte atacadistas até conhecer uma senhora que fazia chocolate caseiro e que o ajudou a entregar o pedido em apenas três dias. Em setembro de 2013, a marca passou a fazer parte da Cacau Par, holding criada por Alexandre e que também possui controle da rede Brigaderia. Atualmente, conta com mais de 2 mil franquias em operação.
  • Dani Brigadeiro - Lições de uma Empreendedora
“Meu nome é Daniela Bastos, sou formada em Relações Públicas e há dois anos e meio, me tornei uma Doceira, especializada em brigadeiros gourmet. A minha história é de uma empreendedora que saiu do emprego para ir em busca de uma realização: montar o meu próprio negócio. E assim, fundei a empresa Dani Brigadeiro.

Em meados de 2010, tudo deu início. Eu vendia brigadeiros para os meus colegas de trabalho e vi nisso uma oportunidade de ter o meu próprio negócio. A partir daí, todo o meu estudo e busca pela “fórmula” do brigadeiro começou. Fui aperfeiçoando novos sabores, criando embalagens, estudando o mercado e enfim, em 2011 com o meu espírito empreendedor e criativo, saí do meu emprego e fundei a Dani Brigadeiro. Comecei vendendo aos poucos, para amigos e amigos de amigos, e hoje atendo desde maternidade, bodas e casamentos, até festas de debutante, aniversários, formaturas e eventos corporativos de toda a cidade de Salvador.

Já forneci brigadeiros para alguns eventos de celebridades, como o cantor Márcio Victor, a promoter Marta Góes e o cantor Tomate. Também para coquetéis em lojas de grifes. A empresa já foi citada pelas principais mídias da cidade (Jornal A Tarde, Correio, Metrópole, iBahia, além dos principais Blogs Gastronômicos) e ainda está entre as 10 melhores brigaderias do país, segundo a Revista Cook Lovers.

O grande diferencial da Dani Brigadeiro está na variedade de sabores e embalagens. Atualmente, a empresa possui mais de 30 sabores de brigadeiros gourmet, com opções de embalagens em caixas, potinhos, bisnagas, kits, panelinhas, marmitas e ainda com layouts personalizados. Na Dani Brigadeiro, nós fazemos questão de preparar cada brigadeiro com muito carinho e usar sempre os melhores ingredientes. Por isso, trabalhamos somente sob encomenda.

Hoje, venho desenvolvendo um projeto no You Tube: O Canal da Dany – Lições de uma Empreendedora. Os vídeos relatam algumas experiências vividas e que foram uma lição para a minha vida de empreendedora e para a minha vida pessoal. Cada momento que vivi me agregou alguma lição e aprendizado, por isso, resolvi compartilhar com o público. Tendo o objetivo de mostrar as pessoas o quanto elas são capazes de realizarem os seus maiores sonhos, o quanto elas são capazes de empreender, o quanto elas podem fazer a diferença e mudar o seu próprio destino.
  • Negócio que começou com apenas R$ 35 de investimento
O empresário norte-americano Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, afirmou que “O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência”. E começar  de novo é uma especialidade do jovem Frederico Amorim, que hoje com 25 anos de idade já “quebrou” duas vezes e montou o seu atual negócio com apenas 35 reais de investimento.

Nascido na capital mineira e morador do aglomerado Morro das Pedras, Fred aos 11 anos começou a vender bugingangas na escola com o intuito de conseguir dinheiro para arrumar a sua bicicleta: brincos magnéticos, tererê, adesivos de cadernos, balas e chicletes eram os produtos preferidos pelos colegas de classe. Mas, como isso causou muito tumulto na escola, a diretora resolveu proibir as vendas e “matou" a ideia do negócio.

Alguns anos mais tarde, Fred e seu irmão aproveitaram a onda da tecnologia e montaram uma lan-house. O negócio estava indo bem até quando eles foram assaltados e os ladrões levaram tudo. Além do prejuízo financeiro, o negócio deu errado.

Fred resolveu então arrumar um emprego formal e foi atuar como estoquista numa loja de calçados femininos no shopping. Mas, o emprego não durou muito tempo porque o irmão e a cunhada convidaram Fred para montar outro negócio: uma confecção de roupas. Como eles não dominavam técnicas de gestão, entraram no cheque especial e tomaram muitos “calotes”. Para salvar as dívidas, Fred pegou o restante do estoque das roupas e vendeu no aglomerado a um preço mais baixo e conseguiu saldar as dívidas. Resumindo: o negócio não deu certo, de novo.

Um dia na padaria, Fred se deparou com um folder divulgando o Plug Minas, escola que tem a metodologia da EFG do Sebrae Minas. Lá, aprendeu sobre empreendedorismo e técnicas de gestão para aplicar nos negócios. Ele queria empreender, mas não tinha grana e foi procurar emprego. Um amigo ofereceu um “bico" de garçom, mas para aceitar o convite Fred precisava cortar o cabelo, fazer a barba, conseguir a roupa e os sapatos. Ele foi a uma barbearia e pendurou a conta, conseguiu a roupa e os sapatos emprestados e foi executar o serviço. Fred faturou 50 reais e foi pagar a conta do salão no valor de 15 reais. Com os 35 reais restantes do troco, resolveu comprar seis latas de leite condensado, três biscoitos maizena, uma margarina e um achocolatado. Com esses ingredientes, Fred fez 40 palhas italianas e levou para vender na escola. No outro dia, dobrou a produção e vendeu os 80 doces produzidos. “Comecei assim, do nada”, afirma Fred.

Da palha italiana passou para o mousse, para o sanduíche natural, para o suco, inventou o creme especial (segredo do sanduba), incrementou os sabores e as embalagens, sempre agregando valor e dando um formato ao negócio. Pronto: surgiu a Mix Lanches, o atual negócio do Fred.

De segunda a sábado, no final da tarde, Fred "sobe e desce" o aglomerado para comercializar suas produções gastronômicas. Com a crise atual, Fred começou a fazer bolos em embalagens plásticas e, em seguida, bolos para festas e eventos com receitas retiradas do You Tube. “Para superar a crise eu tive que inovar”, afirma o empreendedor. “Não invente desculpa. Comece devagar e dê um passo de cada vez, mas não desista dos seus sonhos!”
  • Buscando bons exemplos:
https://www.google.com.br/search?q=Empreendedorismo+-+Hist%C3%B3ria+de+Sucesso&ie=utf-8&oe=utf-8&client=firefox-b-ab&gws_rd=cr&dcr=0&ei=irVRWs3gBIa9wASN1L3oAQ
  • Pipoca com sabores diferentes para animar a festa
http://hojeemdia.com.br/mais/especial-publicidade/pipoca-com-sabores-diferentes-para-animar-a-festa-1.585018
  • Dani Brigadeiro
https://empreendedorismopratico.wordpress.com/empreendedores-praticos/danibrigadeiro/
http://www.danibrigadeiro.com/
https://www.youtube.com/user/canaldadany/videos
  •  História de Sucesso: Maria Amélia Doces
https://www.youtube.com/watch?v=0KoNQzqJNx0
  • CONFEITEIRO - Uma história da confeitaria
https://www.youtube.com/watch?v=UPVgdHTvRo8
  • Famoso brigadeiro da Valdirene
https://www.youtube.com/watch?v=6ap5crNk-7g
  •  Doces americanos viram oportunidade de lucro para brasileiros
https://www.youtube.com/watch?v=zEIY0H69dtQ
  • A história das Delícias da Tia
https://www.youtube.com/watch?v=MkYrV-D08qM
  • Brigadeiros gourmet - Uma história de quem largou o emprego para empreender neste ramo
https://www.youtube.com/watch?v=5l7BAS_OVhg
  • DONATO SALGADOS - APRENDENDO A EMPREENDER
https://www.youtube.com/watch?v=dsnFdosJ5s0
  •  Vendedor que mudou de vida vendendo brigadeiros
https://www.youtube.com/watch?v=W6ukvpfMlos
  •  Doces Para Vender, Formas de Ganhar Dinheiro, História de Sucesso
https://www.youtube.com/watch?v=G2wm9uFhGtw
  • História de Sucesso - Homem se torna rico com receita de família
https://www.youtube.com/watch?v=jVrgqrC9biY
  • Transformadoras - Maria José - Mazé Doces
https://www.youtube.com/watch?v=O0EvxzL3lvo
  • Nega Doce faz muito sucesso na cidade com suas culinárias deliciosas
https://www.youtube.com/watch?v=9cT7XnDhFgg
  •  Doce Oportunidade
https://www.youtube.com/channel/UCamGUUNz3_ugpeCoqPfRVSQ 

domingo, 20 de agosto de 2017

Cozinha Lucrativa nota 10 - Doces Caseiros - Vender e Sobreviver

Cozinha Lucrativa nota 10 - Doces Caseiros - Vender e Sobreviver
  • Aprenda a Fazer Doces Para Vender
É cada vez mais comum ver pessoas que têm formação Superior, deixando de lado sua profissão para empreenderem no negócio próprio, vendendo doces caseiros. Isso, porque essa é uma forma comprovada e eficiente de aumentar a renda mensal.
 
O mercado de festas e eventos hoje possui uma demanda muito alta para fornecedores de doces caseiros, principalmente quando se fala em mercado local, ou seja, pequenas empresas, buffets, e até pessoas físicas prestadoras de serviço. Está cada vez mais difícil encontrar mão de obra de qualidade que supra essa demanda, e é aí que nasce a oportunidade.  
Hoje em dia, quem se compromete a investir nessa área aprendendo a como fazer doces para vender, tem muito mais sucesso do que quem tem um emprego “normal”.
  • Mentalidade Errada Ao Começar – Muito Cuidado!
Supere seus Medos ao Vender Doces - A grande maioria das pessoas que pensam em fazer doces para vender sofrem com as mesmas aflições:
1. Elas têm medo e vergonha de vender e oferecer o produto ao cliente. 2. Medo de não serem valorizadas ou de não encontrar clientes que aceitem o seu preço. 3. Elas acham que não vai dar certo antes mesmo de começar. Esse tipo de pensamento deve ser deixado de lado, jogado para bem longe, se você quer ter sucesso.  
Você deve pensar que essa será a sua fonte de renda, o seu trabalho, e tratá-lo de forma séria. Enquanto você não superar esse medo, seu caminho será muito árduo.  
Respeite-se em primeiro lugar. Com o tempo e a prática, você verá que todos esses medos não fazem nenhum sentido.  
Em qualquer tipo de profissão você encontrará pessoas que são a favor ou contra à maneira como você trabalha.  
Você terá muito mais sucesso quando descobrir quem são as pessoas que gostam do seu trabalho, focar em agradá-las cada vez mais, e atrair mais pessoas dentro deste perfil.  
Você deve conhecer o seu público alvo, e deixar pra lá quem não faz parte dele.  
Precisa saber como calcular seus custos, como fidelizar seu cliente e como ter uma apresentação profissional de seus produtos.  
Tudo isso demanda um pouco de estudo e planejamento. Mas como aprender isso de forma simples e organizada?
  • Por que vender doces?
Você deve sempre se lembrar do porquê quer fazer doces para vender. Cada um tem seu próprio motivo, mas você deve se agarrar bem forte ao seu motivo, para não perder o foco em seus objetivos e não desistir.  
Poder trabalhar com o que ama, em sua casa, estando perto de sua família, e além de tudo, tendo alcançado seus principais sonhos, como por exemplo: Tudo isso é possível SIM, e só depende de você!
  • Estes serão alguns dos resultados:
Realização profissional Independência Abrir seu próprio negócio Estabilidade Financeira Poder ajudar com as despesas de casa Poder dar um futuro melhor aos seus filhos Liberdade Financeira
  • SAIBA TUDO QUE PRECISA E MÃOS NA MASSA:
 RECEITAS SALGADAS E DOCES - CUPCAKES - Macaron - MUFFINS, ETC ...