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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Vida sem smartphone existe

Checar as redes sociais antes mesmo de se levantar da cama é uma rotina para os usuários de smartphone. Não desgrudar do celular pode parecer apenas uma infeliz casualidade, mas em alguns casos isso pode se tornar um vício perigoso.

Claro que esses produtos facilitaram a nossa vida em muitos quesitos, temos mais agilidade nas informações, podemos tirar dúvidas a qualquer momento nos mecanismos de busca, surgiram novas profissões e outras infinidades de benefícios vieram com a era digital.

Mas, como tudo na vida tem o seu lado ruim, uma pesquisa realizada pela Flurry, empresa de análise de aplicativos, indica que mais de 280 milhões de pessoas no mundo abrem seus aplicativos no celular mais de 60 vezes por dia e são consideradas viciadas. O que ainda é mais preocupante é que esse índice cresceu 60% em relação ao ano passado. 

A menos que eu esteja realmente por fora dos avanços tecnológicos, os smartphones não lhe dão de comer, água não brota deles e eles tampouco fabricam roupas. Eles não fazem fogo, produzem remédios ou dão crianças à luz. Os smartphones, com suas páginas de apps e funções bem mais ou menos de “assistentes pessoais inteligentes,” não são capazes de protegê-lo da chuva ou ajudá-lo contra uma investida de hienas raivosas. Se você disser que gosta do seu smartphone porque o considera uma ferramenta útil para tornar a vida mais simples, isso faz muito sentido. Mais poder para você. Mas martelos também são ferramentas úteis para tornar a vida mais simples e, ainda assim, eu não consigo visualizar um mundo onde quase 70% dos proprietários de martelos diga que não conseguiria viver sem seus batedores de pregos.

Se você faz parte da estatística e quer mudar esse cenário, aí vão seis dicas que podem ajudar a perder esse vício:

Compre um despertador

Deixe seu celular desligado durante a noite, evitando que as notificações o acordem e obriguem a visualizá-las. Além de garantir uma noite  melhor de sono, mexer no celular não será a primeira tarefa do seu dia.

Comece devagar

Se você deixar de usar o celular de uma hora para outra, o processo pode não dar certo ou ser no mínimo muito sofrido, então comece aos poucos. Reduza semanalmente o uso até que chegue no nível que você deseja.

Deixe as notificações no silencioso

Toda vez que o seu celular faz um barulho de notificação você larga tudo o que está fazendo para ver o que é, então deixe tudo no silencioso. Assim, você poderá definir horários para mexer no celular.  

Use somente nos intervalos

Enquanto estiver estudando, no trabalho ou comendo é recomendado que você não mexa no celular. Para não perder o foco naquilo que está fazendo, é recomendado que você utilize apenas nos intervalos das tarefas.

Tire férias do celular

Nos momentos de lazer tire férias também dele, use esse tempo para curtir a praia, campo, sair com os amigos, assistir a um filme, ler um livro e não deixe que o celular o atrapalhe.

Dê atenção para quem está perto de você

A pior coisa que pode acontecer durante uma conversa é a outra pessoa estar focada no celular e não dar a mínima para aquilo que você está falando. Aproveite os momentos, dê a devida atenção para seus amigos, familiares ou a quem está por perto de você.

Não me interessa quem você é ou o que você faz: você consegue viver sem um maldito smartphone.

Pare de viver em um universo virtual, a vida real existe e está aqui e agora.

domingo, 11 de agosto de 2019

Dia dos Pais - Sejamos todos muito felizes

No Brasil,  o primeiro Dia dos Pais brasileiro ocorreu no dia 14 de agosto de 1953, Dia de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus. 

Posteriormente, ele foi mudado para o segundo domingo de agosto. Outro país que celebra na mesma data é a ilha de Samoa, no Oceano Pacífico.

No Brasil, a data foi criada em 1953, uma sexta-feira, pelo publicitário Sylvio Bhering, que se inspirou na comemoração norte-americana. 

O primeiro Dia dos Pais brasileiro aconteceu no dia 14 de agosto de 1953, Dia de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus. Mais tarde, ele foi mudado para o segundo domingo de agosto. Em alguns países de tradição católica, como Portugal, Espanha e Itália, fazem a celebração em 19 de março, dia de São José.

Já nos Estados Unidos e vários outros países, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. A primeira celebração aconteceu no dia 19 de junho de 1910, nos EUA. Nesta data, Sonora Louise Smart Dodd quis homenagear seu pai, que criou os filhos sozinho após a morte de sua mulher.

Ela conseguiu que a data se espalhasse por todo o país e, em 1966, o terceiro domingo de junho foi oficialmente escolhido como Dia dos Pais. Em 1972, o Presidente Nixon oficializou o feriado nacional.

Além dos EUA, países como México, Canadá, França, Turquia, Venezuela, Japão, Chile, Reino Unido, Holanda e África do Sul, além de países das Américas do Sul e Central, da África e da Ásia também comemoram o Dia dos Pais na mesma data.

Mas, por que o Brasil comemora o Dia dos Pais em agosto?

Chega agosto e não tem como esquecer. Os anúncios pipocam em jornais, revistas, internet, televisão e pontos de ônibus. O segundo domingo vai fechar e aí é hora de dar um presente ao pai – e reservar o dia para aquele almoço em família.

Mas, quando foi que o Brasil inventou o Dia dos Pais? Por que comemorar no segundo domingo de agosto? Como é em outros lugares do mundo? Quem veio primeiro, o Dia dos Pais ou o Dia das Mães?

Para entender essa história, é melhor começar por esta última pergunta: o Dia dos Pais, no mundo contemporâneo, veio depois do Dia das Mães – uma comemoração se inspirou na outra, de certa forma. "A origem da comemoração é americana", crava o psicólogo social Sério Silva Dantas, professor de marketing da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

No início do século 20, passou a se comemorar por lá o Dia das Mães, invenção da norte-americana Anna Maria Jarvis (1864-1948), enlutada pela morte da sua mãe. Então houve um desastre: em 6 de dezembro de 1907, uma mina de carvão explodiu em Monongah, Virginia Ocidental, nos Estados Unidos. Destes, 250 eram pais.

Foi uma imensa comoção na região. Em 5 de julho de 1908, na cidade vizinha de Fairmont, ocorreu a primeira celebração em honra aos pais, por iniciativa das famílias que haviam perdido os seus. A homenagem foi realizada na Igreja Metodista da cidade.

De acordo com informações da congregação, os esforços foram de uma senhora chamada Grace Golden Clayton. "Ela ficou perturbada ao pensar em todas aquelas crianças crescendo sem a figura paterna, e queria fazer algo para honrar a importância da paternidade", informa texto preparado pela igreja para divulgar a história. "Ela pediu ao pastor que reservasse um dia especial para comemorar os pais – e escolheu o domingo mais próximo do aniversário de seu falecido pai, também pregador metodista."

Mas o evento não repercutiu fora dali. Dois anos mais tarde, entretanto, um outro evento nascido na esfera religiosa se tornaria conhecido em todo o país. Filha de um fazendeiro veterano da guerra civil americana, Sonora Smart Dodd (1882-1978) ouvia um sermão de Dia das Mães na igreja e pensava em seu pai, William Jackson Smart (1842-1919). Sua mãe, Ellen Victoria Cheek Smart (1851-1898) havia morrido cedo e ele se viu criando os seis filhos sozinho. "Por que havia um dia em homenagem às mães mas nada para os pais?", ela se perguntava.

"A mãe de Sonora havia morrido durante o parto do sexto filho e ele [William], criou os filhos sozinho. Isso motivou Sonora a homenagear o pai. A data escolhida foi o dia do aniversário dele, 19 de junho", explica professor Dantas. A primeira festa dedicada aos pais ocorreu na sede da Associação Cristã de Moços de Spokane, no Estado de Washington.

Nos anos seguintes, ideias semelhantes foram se espalhando. Em 1911, a socióloga e ativista Jane Addams (1860-1935) propôs uma comemoração do tipo em Chicago – contudo, não conseguiu implementar. Na cidade de Vancouver, também no Estado de Washington, houve uma celebração organizada por um pastor metodista em 1912. E, a partir de 1915, a organização Lions Clubs International passou a realizar festividades do gênero também.

Foi longo o percurso para que a data fosse reconhecida como oficial. Em 1913, um projeto de lei tramitou no Congresso americano. O presidente Thomas Woodrow Wilson (1856-1924) gostava da ideia, participou pessoalmente de uma celebração em Spokane, e queria inserir o Dia dos Pais no calendário norte-americano. Parlamentares resistiram. Temiam que a comemoração fosse apropriada pelo comércio.

Em 1924, o presidente John Calvin Coolidge (1872-1933) recomendou que a data fosse festejada em todo o país. "Ele apoiou a ideia nacionalmente", comenta Dantas.

Diversos projetos foram apresentados ao Congresso para oficializar o Dia dos Pais – sempre barrados. Em 1957, a senadora Margaret Madeline Chase Smith (1897-1995) acusou os parlamentares norte-americanos de "ignorarem os pais". Ela demonstrava incômodo com o fato de só as mães terem uma data oficial.

A novela chegaria ao fim em 1966, quando o presidente Lyndon Baines Johnson (1908-1973) designou o terceiro domingo de junho para a comemoração do Dia dos Pais. Na gestão de Richard Nixon (1913-1994), em 1972, foi assinada a lei que tornou a data um feriado nacional permanente.

NO BRASIL

Se no Brasil o Dia das Mães já existia, oficialmente, desde 1932, foi só nos anos 1950 que a ideia de reservar uma data aos pais ganhou força.

A motivação, desde o princípio, foi comercial. "Aqui a data já nasceu com fins comerciais, uma vez que foi uma ideia do publicitário Sylvio Behring, que era diretor do jornal e da rádio Globo e queria atrair anunciantes", conta o professor Sérgio Dantas. Behring comandou a primeira equipe do Departamento de Arte e Propaganda da empresa.

A primeira comemoração foi no dia 16 de agosto. Durante muito tempo, a data foi utilizada no catolicismo para celebrar o dia de São Joaquim – segundo a Bíblia, pai de Maria, portanto, avô de Jesus Cristo. Atualmente, São Joaquim é lembrado, ao lado de sua mulher, Santa Ana, em 26 de julho – Dia dos Avós.

A escolha foi porque "São Joaquim" é considerado pela Igreja Católica como o patriarca da família", explica Dantas. "Mais tarde a data foi transferida para o segundo domingo de agosto." De acordo com o Dicionário Histórico Biográfico da Propaganda no Brasil, a ideia rendeu a Behring o reconhecimento como Publicitário do Ano, pelos seus pares.

Conforme conta o economista Marcel Solimeo, da Associação Comercial de São Paulo, a data se firmou mesmo no calendário do comércio apenas duas décadas mais tarde. "Somente se firmou comercialmente a partir dos anos 1970, quando o Dia das Mães já estava consolidado", afirma ele.

Mas na hora das compras, as mães estão bem na frente. "O Dia dos Pais disputa com o Dia das Crianças o quarto lugar no calendário comercial". 

"Apesar do simbolismo que apresenta, não se compara com outras datas promocionais, como o Natal e o Dia das Mães, porque nessas datas não só o apelo afetivo ou religioso é maior, mas também porque abrangem uma gama muito mais variada de produtos que habitualmente são dados como presente."

A Associação Comercial de São Paulo espera que o balanço das vendas nesta época seja 2% melhor do que no ano passado. A instituição afirma que o Dia dos Pais coincide com as liquidações para desovar a moda outono-inverno – e se preparar para a próxima temporada.

"O comércio sempre procura datas que contem com algum apelo emocional para promover comercialmente", contextualiza o economista. 

"Gradativamente outras datas foram sendo incorporadas ao calendário das promoções, como Dia das Crianças, Dia do Professor e, mais recentemente, dos Avós. Atualmente a promoção que mais vem se expandindo é a Black Friday: embora não tenha apelo emocional, ela conta com um esforço de marketing muito forte."

EM OUTROS PAÍSES

Na história antiga, conta-se que há 4 mil anos um dos filhos do rei babilônico Nabucodonosor, Elmesu, teria feito uma espécie de cartão, de argila, desejando saúde e sorte ao pai.

A Igreja Católica, pelo menos desde 1508, enfatiza em suas missas e documentos a importância paterna de São José, marido de Maria, mãe de Cristo. A ideia de reforçar esse papel surgiu dentro da ordem dos franciscanos. Desta forma, uma correlação natural foi surgindo, de forma que as celebrações de 19 de março – data reservada ao santo – também passaram a homenagear os pais, principalmente em países de forte tradição católica, como Itália, Portugal e Espanha.

Levantamento realizado pelo professor Sérgio Dantas encontrou 19 datas diferentes ao redor do mundo para o Dia dos Pais. Há curiosidades, como a Rússia, que reserva o dia 23 de fevereiro para tal. 

É a mesma ocasião em que se comemora o Dia do Defensor da Pátria, num resquício dos tempos da União Soviética – foi nesse dia que, em 1918, foi fundado o Exército Vermelho. Ou a Romênia, que comemora o Dia dos Pais no segundo domingo de maio  mesmo dia, portanto, em que celebramos as Mães. A Tailândia transformou em Dia dos Pais o 5 de dezembro, aniversário de nascimento do rei Bhumibol Adulyade (1927-2016).

Coincidentemente, Samoa, país-arquipélago do Pacífico, comemora o Dia dos Pais também no segundo domingo de agosto. China e Taiwan têm um dia fixo – muito próximo do nosso: o 8 de agosto.

A influência norte-americana é a mais disseminada. Cerca de 70 países comemoram o Dia dos Pais no terceiro domingo de junho, do Zimbábue ao Camboja, passando por Grécia, República Tcheca, Argentina, Chile e Jamaica.

domingo, 30 de junho de 2019

Cães amam e valorizam os seus pais, diferentes de você

Como os cães veem os seus donos:

Quando falamos sobre cachorros, pensamos neles como nossos amigos. Isso porque eles são os maiores companheiros que podemos conhecer! Estão sempre ao nosso lado, procurando um motivo para nos fazer sorrir, tornando nossas vidas muito mais felizes!

No entanto, eles aparentemente não nos enxergam da mesma maneira. 

De acordo com uma pesquisa realizada pela veterinária Lisa Horn, da Universidade de Viena, na Áustria, os cães nos enxergam como se fôssemos seus pais, e é por isso que, mesmo quando já estão velhinhos, eles podem desempenham alguns comportamentos infantis.

Ela estudou 22 cães, que foram divididos em 3 grupos:

O primeiro grupo de cães ficou sozinho, sem os donos.

O segundo grupo esteve acompanhado pelos donos, mas eles permaneceram em silêncio.

Já o terceiro grupo estava acompanhado pelos donos e esses os encorajaram a realizar a atividade proposta, que consistia em brincar com alguns brinquedos disponíveis. Em troca, os cãezinhos ganhariam comida.

Os cães que estavam com os donos por perto brincaram muito, mas aqueles que estavam sozinhos não se animavam para brincar, nem mesmo a comida os motivava a se divertirem.

Um tempo depois, Lisa refez o teste, mas substituiu os donos dos cachorros por pessoas desconhecidas. Os resultados não foram os mesmos, mesmo acompanhados, os cães não demonstraram interesse em brincar, e isso revela muito sobre o vínculo entre os cães e seus donos.

Lisa acredita que o seu experimento mostra que os cães possuem uma dimensão chamada de “área de segurança”. Isso significa que eles se sentem mais motivados, confiantes, seguros e confortáveis quando estão perto dos donos, e que quando estão distantes, as coisas parecem mais desinteressantes, além de possivelmente perigosas.

Esse padrão também é observado na relação entre pais e filhos pequenos. As crianças se sentem muito mais validadas quando estão perto de seus pais, e não se abrem muito para o mundo quando distante deles.

“Esta é a primeira evidência da similaridade entre o ‘efeito de base segura’ encontrado na relação dono-cachorro e na criança-pai”, diz Lisa.
Quem tem um cachorro certamente já reparou que ele muitas vezes age como uma criança, mas a notícia de que nos enxergam como seus pais pode ser uma novidade para muitos, apesar de já nos comportarmos dessa maneira quase sempre.

Valorize mais suas experiências de mãe ou pai de cães e com isso você vai se sentir muito melhor. - Luiza Fletcher

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Filhos - Crianças que não foram verdadeiramente amadas ...

Crianças que não foram verdadeiramente amadas incorporam esses 7 comportamentos em suas vidas adultas:

Durante os primeiros anos da infância, os cérebros das crianças sofrem mudanças constantes e rápidas. A formação dos neurônios do cérebro já está 80% completa aos quatro anos de idade. Nossos cérebros são responsáveis por quase tudo o que pensamos, dizemos e fazemos.

Quando as crianças não são cuidadas, amadas e emocionalmente nutridas de forma saudável, o desenvolvimento de seus cérebros é prejudicado, o que faz com que suas estruturas emocionais sejam subdesenvolvidas.

O psicólogo Peg Streep explica a relação entre a infância e a vida adulta dessa maneira: “Embora seja verdade que as experiências de infância de todos sejam diferentes… existem declarações amplas e confiáveis ​​que podem ser feitas sobre o efeito das experiências (infância). Elas são inestimáveis ​​para entender como sua infância moldou sua personalidade e comportamentos.”

Abaixo estão 7 comportamentos que crianças que não foram amadas durante a infância demonstram em sua vida adulta:

1. Falta de confiança

Para que nós possamos crescer confiantes nas pessoas e no mundo ao nosso redor, precisamos ser criados em um ambiente saudável e amoroso. Especialmente durante a infância, é essencial que tenhamos ao nosso lado pessoas estáveis e confiáveis. Nós precisamos nos sentir cuidados e protegidos. Quando não temos essas necessidades supridas, podemos desenvolver grandes dificuldades em confiar nos outros, o que dificulta o estabelecimento de todos os relacionamentos em nossas vidas.

2. Inteligência emocional parcialmente desenvolvida

Os seres humanos aprendem a identificar e diferenciar as emoções principalmente através de palavras e gestos. Esses dois mecanismos ajudam as crianças a analisar os próprios sentimentos, lidar com suas inseguranças e medos, entender suas emoções negativas e desenvolver a resiliência. As crianças que não foram criadas em ambientes que propiciam o desenvolvimento dessas capacidades podem nunca desenvolver uma inteligência emocional verdadeiramente saudável.

3. Medo de falhar

As crianças que crescem em ambientes tóxicos raramente têm a oportunidade de desenvolver uma autoestima verdadeira. Como não recebem amor das pessoas com as quais convivem, elas não se sentem valorizadas, e a autoestima que deveria existir é tomada por um sentimento persistente de fracasso.

4. Tendência a relacionamentos tóxicos

Uma das principais formas de aprendizagem do cérebro humano é a associação e reconhecimento de padrões. A psicologia e a neurociência cognitiva enxergam o reconhecimento de padrões como um processo cognitivo que combina informações de um estímulo externo com informações da própria memória. Em seus relacionamentos, as crianças que não foram amadas e cuidadas procurarão o mesmo padrão em suas vidas adultas, pessoas tóxicas e emocionalmente indisponíveis.

5. Apego e insegurança

Para que as crianças aprendam a confiar nas pessoas com as quais não moram, é importante que tenham um convívio saudável com as pessoas de dentro de sua casa. Os ambientes externos positivos ajudam a lidar com a negatividade encontrada dentro da casa até certo ponto, mas se a criança não confia nem nas pessoas com as quais convive diariamente, como confiará em estranhos?

6. Depressão e ansiedade

A depressão e a ansiedade são os dois problemas de saúde mental que mais crescem no mundo, e as pessoas negligenciadas têm maior propensão a desenvolver essas condições, principalmente crianças não amadas.

7. Excesso de sensibilidade

As crianças que crescem em ambientes disfuncionais têm dificuldade em não levar tudo para o lado pessoal, porque vivem em um constante medo de rejeição, uma consequência de uma criação que favoreceu o sentimento de insuficiência e falta de amor. Cada um demonstra o seu amor de uma maneira diferente, mas ressaltar o amor em todos os momentos é o fundamento principal do restante de suas vidas.