Mostrando postagens com marcador NATUREZA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NATUREZA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Na Natureza Selvagem


Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. 

Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após dois anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca. 

Em abril de 1992, um jovem de uma família abastada da costa leste dos Estados Unidos, que crescera em um subúrbio rico de Washington, D.C., onde fora excelente aluno e atleta de elite, foi de carona até o Alasca e adentrou sozinho a região selvagem e desabitada ao norte do monte McKinley. Quatro meses depois, seu corpo decomposto foi encontrado por um grupo de caçadores de alce. 

No verão de 1990, logo após formar-se, com distinção, na Universidade Emory, McCandless sumiu de vista. Mudou de nome, doou os 24 mil dólares que tinha de poupança  a uma instituição de caridade, abandonou seu carro e a maioria de seus pertences, queimou todo o dinheiro que tinha na carteira. Inventou então uma vida nova para si, instalando-se na margem maltrapilha de nossa sociedade, perambulando pela América do Norte em busca de experiências cruas, transcendentes. Sua família não tinha ideia de onde estava ou que fim tivera, até que seus restos apareceram no Alasca. 

- A primeira vez que eu vi "na natureza selvagem" foi no ano de lançamento do filme, em 2007 e de cara o longa me marcou.

Ele conta a história real de Christopher McCandless - um jovem que decidiu largar tudo e viajar pelos Estados Unidos da América com pouco ou nenhum dinheiro, até chegar ao Alasca.

Ao longo do filme a gente vem passando por diversas cidades e conhecendo todo tipo de gente. É, essa trama pode parecer simples, mas o filme suscita muitos debates interessantes.

A sociedade de consumo, as consequências do abuso familiar, o que é a verdadeira liberdade, a relação com a natureza, entre outros.

O filme "na natureza selvagem" trata de um tipo de sentimento que eu não vejo muito em filmes, a solitude. A solitude pode parecer com a solidão mas os dois não são exatamente a mesma coisa.

A solidão é a tristeza, o sofrimento em estar sozinho, já solitude é a alegria do prazer em estar sozinho, é saber aproveitar o momento sem necessariamente ter alguém ao seu lado.

Na soledade você não se sente incompleto por não ter companhia você mesmo já é suficiente pra você se sentir realizado na sua experiência, seja numa longa viagem, uma simples ida ao cinema, ou na sua própria casa. Você está sozinho e não tem nada de errado nisso.

Quando eu penso nos filmes que falam sobre estar sozinho, praticamente todos que me vêm à mente falam desse tema sob a perspectiva da solidão.
Temos personagens tristes, às vezes sem companhia alguma, às vezes em meio a dezenas de pessoas.

A solidão permeia a história, nos mostra gente que almeja um contato com o outro, gente que, por causa da solidão, entra em uma espiral de outros sentimentos como ansiedade, confusão e desajuste, isso sem contar os filmes que abordam o estar sozinho sob uma perspectiva mais assustadora.

Em filmes como, 127 horas, entre outros, eu não consigo lembrar de nenhum que aborde este sentimento tão bem quanto "na natureza selvagem".

A gente viu chris se deleitar por não ter ninguém por perto. Ele anda pelo país aproveitando as paisagens naturais, lê um livro em um lugar insólito, viaja escondido em trens.

O cris fica extasiado por estar só a maior parte do tempo, ao contrário dos protagonistas de vários filmes que falam sobre o estar sozinho.

Isso não quer dizer que o tema da solidão não é abordado em "na natureza selvagem", mas a solitude de cris contrasta com a solidão dos outros personagens.

kevin se sente sozinho por ter dificuldades em arranjar uma parceira. A Jane, apesar de estar ao lado de lenny, não deixa de sentir o peso da solidão, após ter perdido o contato com o filho dela.

A irmã de christian, Garin, narra como ela se sentiu sozinha com o desaparecimento do irmão e, é claro, tem um veterano de guerra que perdeu a esposa e os filhos em um acidente de carro e vive completamente só. Ele é tão solitário que chega ao ponto de pedir para adotar o Cris que respondeu - deixa isso para quando eu voltar. A gente vê essas pessoas sofrendo, inclusive quando veem o cris partir. Cris parece ser insensível à solidão desses personagens, por que a solitude dele vem de um ponto de vista muito particular. 

Sobre o que é a verdadeira felicidade.

Isso significa, então, que o cris não vê valor nenhum nas relações humanas?

Claro que não. A gente vê ao longo do filme inteiro ele criando conexões com outras pessoas, estabelecendo laços verdadeiros e, por mais que o objetivo dele seja ir para o Alasca e morar em isolamento ali por algum tempo, ele deixa claro que ele pretende voltar. 

Estar isolado eternamente não parece o propósito definitivo dele ou seja por mais que ele não ache que a verdadeira felicidade da vida dele venha do contato com os demais, a gente vê ele estabelecendo um equilíbrio bastante delicado entre estar sozinho e estar acompanhado, e o que eu não concordo é com a filosofia do Cris, mas eu acho que esse tema do equilíbrio entre a companhia e o estar sozinho é fundamental quando a gente fala da solitude.

Pelo menos com as minhas experiências eu notei que o valor da solidade surge do contraste que ela proporciona com nossa vida conectada às demais pessoas.

Estamos acostumados a ter companhia o tempo todo, em casa, no colégio, na faculdade, no trabalho, e até na rua, no meio da multidão.

Nos dias de hoje em que estamos constantemente conectados via internet a gente sequer precisa ter pessoas fisicamente do nosso lado para sentirmos que temos companhia, e para mim, é toda essa onipresença dos demais que faz a solitude se destacar.

Quando a gente se depara com ela, quando a gente se vê morando sozinho, em uma jornada mundo afora ou em caminhadas pela cidade, então você começa a confrontar tudo o que lhe passa pela cabeça, você experimenta como é ser seu único companheiro e assim a gente cria a oportunidade de conhecer aspectos nossos que a gente podia sequer saber que existiam.

Se você não gostar do que descobriu é provável que você acabe indo mais para o lado da solidão, mas caso você enxergue o valor inestimável em ser sua única companhia, aí meus amigos, vocês descobrem como a solitude é algo único e indescritível.

Entretanto, pra mim, o equilíbrio necessário para curtir a solitude não acaba por aí. Pelas minhas experiências eu percebi que por mais que ficar vários dias seguidos sozinho seja ótimo, chega um ponto em que a solicitude começava, pouco a pouco, a se transformar em solidão e era nessas horas que eu sentia a necessidade de ter mais uma vez a companhia de outras pessoas e é por acreditar que tanto a solitude quanto está acompanhado tem o seu valor. Aí eu me sinto meio dividido em relação à frase mais famosa do filme quando ele está no seu leito de morte perdendo a vida e completamente isolado de qualquer um. Nesse momento final de iluminação simbólica, literalmente, a gente vê no que ele deixou escrito dentro de um livro - a seguinte frase: A felicidade só é verdadeira quando compartilhada.

 Essa frase ganhou repercussão porque é bonita e traduz uma transformação interna do personagem, aliás, ela parece tomar um sentido completamente novo quando inserida no nosso contexto atual em que compartilhar a felicidade em redes sociais é algo tão cotidiano, mas eu não concordo completamente com essa lição entre aspas pra mim é reducionista demais dizer que a felicidade só é verdadeira quando compartilhada, justamente porque o próprio filme nos ensina como é possível ser verdadeiramente feliz apenas consigo mesmo.

Pra mim isso não é uma condição para que essa alegria seja verdadeira, cada um de nós vai lidar com o estar sozinho de sua própria maneira.

Há quem não se importe em ficar sem companhia, tem aqueles que acreditam que, se isolados dos demais, isto seria uma vida ideal.

Cada um acha do seu jeito. Só sei que quando eu descobri o valor da solitude foi uma das melhores experiências que eu já tive em toda a minha vida.

Quando a gente vê esse sentimento tão particular representado de maneira sublime em uma obra de arte, ele só ganha mais poesia, então é isso, "na natureza selvagem" é, com certeza, um dos filmes que mais me impactou ultimamente.

NO LINK ABAIXO BAIXE E ASSISTA ESTE FILME COMPLETO E DUBLADO EM PORTUGUÊS:

Na Natureza Selvagem (Filme - Audiolivro - E-books).rar

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Amor materno - Não há amor como o de uma mãe

Os seres humanos que têm filhos tendem a ser amorosos e protetores com eles. De tão conhecida, a frase "Não há amor como o de uma mãe" já até virou clichê.

E, em seu livro, Pablo Herreros compila vários exemplos de amor materno de animais que cuidaram de suas crias com tanta paixão como o faria uma pessoa.

Este foi o caso de Christina, uma chimpanzé da Tanzânia cujo filhote nasceu com uma condição que provoca sintomas similares aos da Síndrome de Down e uma hérnia que o impedia de sentar sozinho.

Pesquisadores da Universidade de Kyoto, no Japão, testemunharam o extremo cuidado desta mãe, que às vezes deixava de comer para cuidar de seu bebê.

A filhote morreu aos dois anos de idade. E na época, Christina não deixou que outros a carregassem, como se soubesse que ninguém poderia fazer isso melhor do que ela.

Emoção em animais:

Charles Darwin foi um dos primeiros cientistas a escrever sobre a existência e a natureza das emoções em animais. Sua abordagem observacional e às vezes simples tornou-se uma abordagem científica mais complexa, baseadas em hipóteses. As hipóteses gerais relacionadas as interações entre humanos e animais também suportam a afirmação de que os animais podem sentir emoções e que as emoções humanas evoluíram a partir dos mesmos mecanismos. Foram desenvolvidos vários testes, como testes de viés cognitivo e respostas de sentimentos de otimismo ou pessimismo foram mostrados em uma ampla gama de espécies, incluindo ratos, cachorros, gatos, ovelhas, porcos  e abelhas. Porém testes científicos estão sendo realizados para caracterizar as respostas cognitivas dos animais como ações realizados em resposta à um estímulo específico e não como sentimentos propriamente ditos.

O fato é que não existe um consenso científico sobre as emoções dos animais, no entanto algumas evidências sustentam a afirmação de que os animais não-humanos possuem afetividade e que as emoções humanas evoluíram a partir dos mesmos mecanismos. A emoção dos animais está inerente ao estudo sobre a suposição da existência de emoções em alguns animais vertebrados e outros invertebrados, principalmente sobre aves e mamíferos.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, 4 de julho de 2020

CERTO MESMO, VOCÊ SÓ ESTARÁ UM DIA NA SUA VIDA

Último dia da sua vida:

Você já parou para pensar que cada dia da nossa vida, de uma maneira geral, é o nosso último?
Mesmo que estejamos saudáveis e vivamos 100 anos nesses corpos, cada dia é um dia a menos. Nossos corpos, células e órgãos estão todos os dias envelhecendo um pouco mais. 

Você já parou para pensar que cada dia nunca se repetirá da mesma forma? Hoje, por exemplo, é dia 26 de junho de 2020, e nunca mais haverá outro igual. Talvez existirão outras quintas-feiras de junho, só que nunca mais as mesmas.

Muitas vezes a vida só ganha mais sentido quando a enxergamos com o filtro da finitude: porque aí cada pequeno gesto vale muito, já que de fato, pode – e é, em muitos casos – o último. ⠀E se hoje, por exemplo, é o nosso último dia, como você o viveu? Foi feliz? Viveu o seu propósito, retribuiu a gentileza de alguém, agradeceu por algo? ⠀

E se foi seu último dia, você tirou o pé do acelerador ou foi apenas mais um dia ocupado demais com a vida para viver? Você esteve realmente presente durante alguma refeição, durante o abraço com alguém, ou apenas em uma simples respiração? Estejamos atentos, turma. ⠀

O algo a mais que persistimos na busca já está aqui, dentro de nós. Muitas vezes ficamos distraídos com o externo, mas a principal jornada é sempre a interna. E é hoje, é aqui: nada está para acontecer, tudo já está acontecendo. O tempo está passando e a única coisa que existe é o agora. E cada dia pode ser extraordinário quando despertamos para isso. Essa conversa fez sentido para você?

Um dia você estará certo, se você viver cada dia da sua vida como e fosse o último.

segunda-feira, 23 de março de 2020

GENTILEZA - EMPATIA E COLABORAÇÃO SOLIDÁRIA


A NATUREZA, PODEROSA E SOBERANA, ATRAVÉS DE SUAS PERIÓDICAS E ETERNAS TRANSFORMAÇÕES, SEMPRE GUIOU E GUIARÁ O MUNDO. SEJAMOS OBEDIENTES E CRIATIVOS PARA O BEM, NO SENTIDO DE PRESERVÁ-LA, FAZENDO SEMPRE O QUE É MELHOR PARA SUA MANUTENÇÃO, BEM COMO PARA A COMUNIDADE ONDE VIVEMOS. ASSIM ESTAREMOS FAZENDO, TAMBÉM, O MELHOR PARA NÓS MESMOS.

Empatia e Solidariedade

O termo “empatia” é usado em educação como a capacidade de educandos e educadores se identificarem com o outro, sabendo se colocar no lugar do outro do ponto de vista tanto cognitivo como afetivo.  Significa “sentir e sofrer no lugar do outro; pathos é a palavra grega que significa paixão, relacionada ao sofrimento”.

Na Filosofia pathos pode se opor a duas outras palavras: “ação”, em que somos ativos (na paixão somos passivos) e “razão” (na paixão somos irracionais)”. Portanto, empatia tem um sentido de passividade e irracionalidade. Na tradição filosófica, “quando se adota uma conduta baseada na racionalidade, é possível sermos mais donos do nosso próprio destino, diferentemente de quando agimos pela paixão, em que somos possuídos pelos sentimentos (dor ou alegria)”.

Citando Rousseau, diferenciamos doutrinação de educação. “A palavra ‘educação’ em latim significa justamente sair, ir (ducare) para fora (ex), ou seja, o educando sai de uma situação para ir para outra”. Do seu ponto de vista, “a empatia não é natural, ela é formada, desenvolvida no processo educacional”.

Já o termo “solidariedade” significa “caráter, condição ou estado de solidário:

1. compromisso pelo qual as pessoas se obrigam umas às outras e cada uma delas a todas.

2. laço ou ligação mútua entre duas ou muitas coisas ou pessoas, dependentes umas das outras.

3. sentimento de simpatia, ternura ou piedade pelos pobres, pelos desprotegidos, pelos que sofrem, pelos injustiçados etc. 

4. manifestações desse sentimento com o intuito de confortar, consolar, oferecer ajuda etc.

5. cooperação ou assistência moral que se manifesta ou se testemunha a alguém, em quaisquer circunstâncias (boas ou más).

Se buscarmos o termo “solidário” no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa vamos encontrar:

1. em que há responsabilidade recíproca ou interesse comum.

2. que depende um do outro; interdependente, recíproco.

3. pronto a consolar, apoiar, defender ou acompanhar alguém em alguma contingência.

4. que sente do mesmo modo, partilha dos mesmos interesses, opiniões, sentimentos etc., concordando, dando apoio; irmanado.  

Como pode ser constatado, o termo “solidariedade” tem um significado muito próximo ao de “empatia”, pois também está relacionado a compartilhar o sofrimento do outro. Entretanto, a solidariedade tem um componente para além do sentir, que é o da ação. Não se restringe apenas a sofrer junto, mas conforta, propõe ajuda.

Justamente por isso é que deveríamos usar o termo “solidariedade” e não “empatia” como um dos valores que sustentam a nossa prática na direção de uma educação transformadora. Pretendemos que  as pessoas sejam capazes de se colocar no lugar do outra, principalmente do outro que sofre, ou seja, das pessoas menos favorecidas da nossa sociedade, mas também que sejam capazes de agir, de tomar atitudes que possam aliviar, confortar e, por que não, até mesmo eliminar o sofrimento do outro. Que sejam capazes, portanto, de se indignar com as injustiças e as desigualdades sociais e de agir para tornar nossa sociedade menos desigual, mais justa e humana.

Mas como ensinar solidariedade? Obviamente, não é incluindo-a como conteúdo a ser ensinado em alguma disciplina curricular. As escolas deveriam, em sua concepção de ensino e em suas escolhas metodológicas, criar condições para que os alunos desenvolvessem atitudes solidárias. 

Somente com novos sentidos é que poderemos chegar ao novo e propiciar mudanças, sempre na direção de uma sociedade mais justa e humana.

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

ALIMENTAÇÃO - TENDÊNCIAS ALIMENTARES PARA 2020


NOVIDADES PARA O CONSUMIDOR

LISTA APRESENTADA PELA WHOLE FOODS MARKET, VAREJISTA INTERNACIONAL DE ALIMENTOS NATURAIS E ORGÂNICOS . 

A cada ano que passa, a moda e as tendências vão mudando conforme o comportamento do consumidor e do mercado. E essas mudanças estão relacionadas, inclusive, com a área de alimentação. Não é segredo para ninguém que a escolha por alimentos saudáveis, naturais e orgânicos está cada vez mais em alta, mas as tendências apresentadas pelo Whole Foods Market para o ano de 2020 vão além disso.

Para você compreender melhor quais são esses alimentos (que você provavelmente passará a encontrar com mais frequência nos mercados e com os quais poderá incrementar sua alimentação), separamos alguns destaques desta lista para você. Acompanhe:

FARINHAS VARIADAS

Uma grande variedade de farinhas está tomando conta do mercado e elas poderão dividir espaço e até mesmo substituir a tradicional farinha de trigo em algumas receitas.

Aqui, ganham espaço a farinha de mandioca e aquelas feitas de frutas e vegetais, como a farinha de banana, de berinjela e até mesmo de couve-flor! Essas farinhas podem ser uma opção positiva na alimentação, porque, além de deixarem os pratos saborosos, também fornecem fibras e proteínas.

INGREDIENTES DA ÁFRICA OCIDENTAL

Você pode não saber, mas os sabores provenientes dessa região já estão cada vez mais presentes nos nossos alimentos e nas nossas bebidas. Alguns exemplos de ingredientes que se encaixam nessa tendência são o amendoim, o gengibre, a erva-cidreira, a moringa, o tamarindo, o sorgo e o teff, alimento livre de glúten e rico em cálcio e proteínas.

LANCHES SAUDÁVEIS PRONTOS PARA CONSUMO

Muito além das barrinhas de cereais! Uma das tendências para os próximos anos são os lanches mais saudáveis, tipicamente feitos em casa com antecedência, mas que, agora, poderão ser encontrados nos refrigeradores dos mercados. Legumes em conserva, sopas naturais prontas para serem consumidas, ovos cozidos, molhos e temperos. Todos em embalagens simples e convenientes. As frutas e os vegetais frescos também ganham mais espaço, sendo uma opção de lanche saudável ao longo do dia.

ALIMENTOS À BASE DE PLANTAS (ALÉM DO TOFU E DA SOJA)

O tofu é um velho conhecido de quem segue dietas à base de plantas, porém, a tendência é que outros alimentos vegetais também passem a estar cada vez mais presentes na mesa dos brasileiros. Abacate, abóbora, cânhamo e semente de melancia são alguns dos ingredientes que ganham espaço com a chegada de 2020.

MANTEIGAS FEITAS À BASE DE INGREDIENTES DIFERENTES
É provável que nozes, amendoim, castanha-de-caju, macadâmia, grão de bico e até mesmo a abóbora sejam transformadas em manteiga em 2020.

MUDANÇA NO CARDÁPIO PARA AS CRIANÇAS

A nova geração terá contato com alimentos mais naturais, divertidos e saudáveis desde cedo. Massas coloridas em formas diferentes feitas com farinhas diferentes, palitos de peixe ou de frango à milanesa feitos no forno, diminuição no uso de sal, legumes e saladas, entre outros. 

AÇÚCARES DIFERENTES

Além do açúcar tradicional, ganham espaço outros ingredientes para adoçar as receitas e bebidas, como a stevia, o mel, o melaço e os xaropes de frutas, amidos e vegetais distintos, como coco, batata-doce e sorgo.

BEBIDAS COM 0% DE ÁLCOOL

Com consumidores buscando alternativas ao álcool, surgem as bebidas que buscam recriar os sabores de coquetéis clássicos, mas livres de álcool.

ORGÂNICOS: OUTRA TENDÊNCIA DE DESTAQUE

Além das tendências listadas pelo Whole Foods Market, vale destacar que, para 2020, a produção e o consumo de alimentos orgânicos deve se manter em alta. Segundo relatório feito e divulgado pela Organização, com dados de 2019, é concluído que “Podemos ter um Brasil cada vez mais orgânico”.

Também, o site Saúde, da Abril, destaca que o cultivo e a produção de alimentos orgânicos desperta mais atenção a cada ano. Isso porque as pessoas estão em busca de refeições mais saudáveis e livres de agrotóxicos e, neste cenário, os alimentos orgânicos se tornam uma ótima opção.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Brasil, ame-o até que lhe sejam modificados a realidade e o odor

Você com certeza já percebeu a capacidade do corpo humano de se acostumar com cheiros, bons ou maus. Em pouco tempo seu nariz nem mais sente aquela fragrância de perfume, e isso é algo que faz bem para o nosso organismo.

Quando inalamos ar, as moléculas que passam pelas nossas narinas se prendem em uma parede de muco na parte de trás da garganta. Esse muco é receptor de células que avisam seu cérbero que você acabou de cheirar algo. Como o cérebro está sempre atento para novas "ameaças", ele foca em novidades no campo da visão, das sensações e dos cheiros. 

Depois de algumas "inaladas", o cérebro entende que o cheiro é algo ok e que não representa nenhum perigo. 

Talvez por ter-me lembrado de Eurico Salis, reconhecido e premiado fotógrafo brasileiro, que há alguns anos retratou maravilhosamente a beleza natural das paisagens californianas.

Lembro-me de um trecho em uma das postagens do seu blog que dizia assim:

- Ontem a noite estava jantando com amigos  na casa da Lilian, brasileira radicada há 30 anos aqui na Califórnia. Entre os presentes, Saulo Filho, professor da UnB, graduado com doutorado na Alemanha, atualmente fazendo pós doutorado em meio ambiente, aqui na Universidade da Califórnia, Carlos Motta, designer e arquiteto paulista, 62 anos, surfista convicto, entre amigos brasileiros e americanos. 

O assunto era: amar ou não amar o Brasil. Todos concordavam no essencial: o amor ao Brasil. Então lembrei a resposta de Tom Jobim comparando Nova York ao Rio de Janeiro  “Nova York é bom, mas uma merda; o Rio é uma merda, mas é bom".  Como o Brasil, hoje. Bom mas ruim.  
Outro dia postei aqui uma frase singela e verdadeira, refletia o meu sentimento de retirante, depois de um ano fora: saudade do Brasil. 

Saudade, aquele sentimento de quem ama alguma coisa, aquele sentimento de falta de alguma coisa,  aquele sentimento de quem perdeu alguma coisa. No meu caso, tudo isto está junto num mesmo sentimento. 

Nunca fui daqueles brasileiros que logo que chegam no exterior manifestam seu desprezo pelo Brasil, nunca gostei de fazer comparações entre países incomparáveis. O contrario disso. Minha percepção da grandeza do Brasil, da criatividade de seu povo, da rica cultura, das artes e da música encantadora, de suas enormes potencialidades ficam mais aguçadas quando vou para outro pais. 

Principalmente  a Califórnia, minha segunda nação, minha segunda casa. Embora perceba as qualidades do Brasil, as inúmeras qualidades dos brasileiros, vejo também o caos crescente, as dificuldades intransponíveis fortalecidas, as velhas formas de poder mantidas, a tensão radicalizada nas redes sociais entre governistas e opositores, a ausência de racionalidade para avaliar a política, e a escandalosa falta de solidariedade, inclusive nas manifestações de intelectuais presos a velhas ideologias mofadas. Lembro do poeta Cazuza, sempre libertário, sempre independente destas ideologias atrasadas cantando “ tua piscina esta cheia de ratos, tuas idéias não correspondem aos fatos…”. 

Fico triste em ver gente triste por que outros estão tristes com os rumos do Brasil. Neste momento acho o Brasil uma merda. Uma merda porque alguns poucos intelectuais buscam enxergar a realidade impregnados por um sentimento nacionalista reacionário, comprometidos com partidos mais do que com o Brasil, tentando reascender antigos chavões, como aquele  “Brasil, ame-o, ou deixe-o”, como se isto fosse um filme na sessão vale a pena ver de novo. “Brasil, ame-o ou deixe-o, O retorno”.  

Eu amo meu país, e ponho o Brasil acima de qualquer partido político. 

Mesmo que a piscina esteja cheia de ratos, e a realidade não corresponda ao fatos. Agora, volto para o Brasil com um projeto na cabeça,  e muita brasilidade na mira.

sábado, 3 de agosto de 2019

Vida é a essência da Natureza que sempre seguirá em frente

  • É preciso saber sempre quando se acaba uma etapa da vida. 

Se insistimos em permanecer nela, depois do tempo necessário, perderemos a alegria e o sentido do resto. Fechar círculos, fechar portas ou fechar capítulos, como queira chamar, o importante é poder fechá-los.

Foi demitido? Acabou a relação? Já não mora mais nessa casa? Deve viajar? A amizade acabou? Você pode passar muito tempo do seu presente dando voltas ao passado, tentando modificá-lo... O desgaste será infinito, porque na vida, todos estamos destinados a fechar capítulos, virar páginas, terminar etapas ou momentos da vida, e seguir adiante.

Não podemos estar no presente sentindo falta do passado. O que aconteceu, aconteceu. Não podemos ser filhos eternamente, nem adolescentes eternos, nem empregados de empresas inexistentes, nem ter vínculos com quem não quer estar vinculado à nós.

Passamos por momentos de plena felicidade em nossa vida e momentos que nos marcam de uma forma surpreendente e nos transformam, nos comovem, nos ensinam e muitas vezes, nos machucam profundamente. 

Mas os acontecimentos e as pessoas passam por nossas vidas e temos que deixá-los ir! Por isso, às vezes é tão importante esquecer de lembrar, trocar de casa, rasgar papéis, jogar fora presentes desbotados, dar ou vender livros...

Na vida ninguém joga com cartas marcadas, e a gente tem que aprender a perder e a ganhar. O passado passou: não espere que o devolvam. Também não espere reconhecimento, ou que saibam quem você é. A vida segue sempre para frente, nunca para trás.

Se você anda pela vida deixando portas "abertas", nunca poderá desprender-se, nem viver o hoje com satisfação. Casamentos, namoros ou amizades que não se fecham, possibilidades de "regresso" (a quê? Pra quê ?), necessidade de esclarecimentos, silêncios... devemos fazer a faxina emocional e arrumar espaço nas gavetas do futuro para o novo. Não por orgulho ou soberba, mas porque você já não se encaixa ali, naquele lugar, naquele coração, naquela casa, naquele escritório, naquele cargo...

Você já não é o mesmo que foi há dois dias, há três meses, há um ano... 

Portanto, nada tem que voltar, mesmo que isto fosse possível. Preste bastante atenção em todas as coisas que te acontecem, elas poderão estar trazendo a sua tão esperada felicidade, se vocês estiver aberto a compreendê-las.

sábado, 21 de outubro de 2017

Amazônia - Por trás de um grande rio existe uma longa história


  •  A Renca
Muito tem sido dito nos últimos dias sobre a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Primeiro o governo federal anunciou sua extinção e, devido à ampla e negativa repercussão nas mídias nacional e internacional e também nas redes sociais, recuou. Cancelou o decreto que previa a extinção da Renca e editou às pressas um novo (No – 9.147, de 28 de agosto de 2017), publicando-o na segunda edição do Diário Oficial de segunda-feira. No entanto, a mensagem essencial em nada foi alterada: o “governo” Temer não mede esforços e muito menos consequências para atrair novos investidores e aventureiros para explorar recursos naturais amazônicos.

Mas vale ainda qualificar algumas questões sobre a Renca e sua extinção para melhor compreender o tamanho do problema e da irresponsabilidade do governo Temer com a Amazônia e com o país.


Uma primeira questão é sobre as intenções do governo militar com a criação da Renca em 1982, e como o contexto à época abriu brecha para que um outro projeto para Amazônia fosse colocado no seu lugar: o projeto da floresta preservada ao lado do direito dos povos indígenas, ribeirinhos e extrativistas às suas terras e territórios.


Para o governo militar, a Renca foi a saída encontrada para assegurar uma espécie de “reserva de minério para a Companhia Vale do Rio Doce (então uma empresa estatal, hoje privatizada e rebatizada como Vale), em um contexto em que os militares tinham como projeto garantir o protagonismo da empresa na grande exploração mineral na Amazônia, a exemplo do que já havia se dado com Carajás.


(…) “Não está em nossas mãos afetar ou diminuir o grau de competição mundial às nossas empresas estatais. O que está em nossas mãos é decidir – sim ou não – se os competidores podem operar no Brasil, sujeitos às nossas leis, integrados nos nossos interesses, cativos de nossa influência, vinculados aos nossos investimentos aqui, e, portanto, por nós influenciados – ou fazer com que eles concorram com a Vale do Rio Doce, a partir de outras áreas, sem qualquer vinculação aos interesses da economia nacional, sem nenhum desejo de preservar seus investimentos aqui, lançando-se numa competição talvez desalmada, regulada unicamente pelas vantagens comerciais que pudessem obter no mercado mundial”[1].


A Renca tinha, portanto, um propósito claro de controle pelo governo da exploração em grande escala de recursos minerais amazônicos. Por isso, o decreto que a criou em 1982 estabelecia o monopólio da pesquisa para a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), outra estatal brasileira; e que a exploração das jazidas potencialmente descobertas só poderia ser feita mediante negociação dos resultados dos trabalhos de pesquisa com a CPRM e, também, sob condições especiais estabelecidas pelo Ministro das Minas e Energia e como parte de uma estratégia de “Segurança Nacional”.


Ocorre que essa “reserva” foi feita em um momento, começo da década de 1980, em que, de um lado, as grandes mineradoras transnacionais estavam em uma profunda crise de superprodução, revendo e cancelando investimentos e, de outro, a Vale estava envolvida, e endividada, com os investimentos do projeto Ferro Carajás. Além disso, o Brasil estava mergulhado em uma profunda crise fiscal. Ou seja, a área da Renca, embora altamente relevante do ponto de vista do controle do acesso a recursos minerais estratégicos, não era de interesse imediato, nem das grandes mineradoras internacionais nem da da Vale do Rio Doce, então controlada pelo governo militar e já em clima de “final de festa”. A ninguém interessava disputar e explorar a Renca, e por isso ela foi mantida quase no esquecimento.


Em paralelo, outro projeto de país e para Amazônia estava em construção na década de 1980, sob os escombros do regime militar. O projeto democratizante, da Constituição Cidadã de 1988, da luta dos seringueiros e de Chico Mendes pelo reconhecimento de seus territórios, dos povos indígenas pelo direito às suas terras. Foi nesse contexto de luta socioambiental pela preservação da floresta e dos direitos de quem nela vive que foram criadas, depois da Renca, seis das setes Unidades de Conservação e as duas Terras Indígenas que estão hoje sobrepostas à área da hoje extinta Renca. Assim, na área da falida Renca se fez presente um outro projeto para Amazônia, que está agora sob forte ameaça.


E não é à toa que a legislação destas áreas protegidas vetou a exploração mineral – proibida hoje em Unidades de Proteção Integral, em Terras Indígenas, e no caso das Unidades de Uso Sustentável, somente quando os planos de manejo permitirem a exploração em lugares específicos.


São, em síntese, projetos antagônicos que deveriam ser dessa forma compreendidos pela sociedade brasileira, para que essa pudesse se posicionar com a segurança de quem sabe das consequências. Trocando em miúdos: a legislação consolidou o entendimento que permanece: a mineração é sim incompatível com a proteção ambiental conforme prevista nestas Áreas Protegidas.


Uma segunda questão: por quê extinguir a Renca no atual contexto e quais interesses esse ato revela? De um lado, não é novidade que canadenses, australianos, chineses, empresas júniores da mineração loucas para descobrir reservas, e depois vendê-las caro, estão sempre de olho em reservas de alta relevância para exploração em grande escala – no BrasiL, em outros países da América Latina, na África, onde quer que estes recursos estejam. No caso da Renca, reza a lenda (e os pedidos de pesquisa) que lá se escondem muitos recursos, principalmente ouro, mas também titânio e cobre.


De outro lado, também não é novidade que no contexto de profunda crise fiscal de que o atual governo nos mantém refém, também reza a lenda que atrair investimentos estrangeiros para a grande mineração fará crescer a economia e gerar prosperidade. Sobre isso, vale dizer que não vão! Grandes projetos minerais na Amazônia servem essencialmente para garantir a lucratividade de corporações transnacionais, inclusive a Vale (hoje não mais uma empresa estatal) e seus investidores. Lucratividade que se serve não somente de recursos naturais que se esgotarão, mas também da superexploração do trabalho, de um licenciamento ambiental frágil, e, ainda, de inúmeros benefícios fiscais e tributários que tornam a Amazônia um paraíso extrativista e tributário para a grande mineração.


Por fim, uma terceira questão: o governo federal vem articulando uma série de medidas com as bancadas ruralista e mineral, em paralelo à Renca e com o propósito de abrir novas frentes de exploração de recursos naturais no Brasil, a saber:
1) a tentativa de flexibilização do licenciamento ambiental que tem entre seus propósitos também atrair investimentos para a exploração de recursos naturais e infraestrutura para garantir sua exportação;
2) o fim das restrições para exploração de recursos minerais em Unidades de Conservação;
3) a liberação da mineração em terras indígenas;
4) a criação de uma nova governança para o setor com a substituição do Departamento Nacional de Produção Mineral por uma Agência da Mineração com a promessa de agilizar a concessão de novas licenças para pesquisa, privada, e exploração.


Por isso, a publicação de uma nova versão do decreto de extinção da Renca em nada muda a intenção do “governo” Temer de atrair novos investidores e aventureiros para explorar recursos naturais amazônicos. 


Ele pode escrever, o que é o mesmo que chover no molhado, que, por enquanto, a exploração mineral somente está permitida na área da falida Renca que não se sobrepõe a áreas de proteção onde a mineração não é permitida. Mas está claro que as intenções vão muito além disto.

O novo decreto foi meticulosamente arquitetado para parecer um avanço em relação ao publicado na semana passada, mas, na verdade, não passa de uma retórica vazia e perversa.

  • Alguns exemplos:
·    Prevê o cancelamento de títulos concedidos e o indeferimento de requerimento de novos títulos nas áreas que já são protegidas da mineração e que, portanto, seriam de qualquer forma impedidas por lei. Pelo menos enquanto forem mantidas a legislação ambiental e indígena que protege áreas da mineração.

Além disso, como mostra o estudo sobre a Renca publicado pelo WWF, isto não representa muita coisa perto do que se espera atrair de novos investimentos. Segundo o estudo, existem três situações previstas na Portaria MME Nº 128 que define os trâmites administrativos para análise dos processos minerários com interferência na Renca:
i) a análise dos títulos já outorgados, o que só pode ser feito com base na legislação vigente, ou seja, não concedendo títulos em áreas onde a mineração não é permitida;
ii) o indeferimento de todos os títulos protocolizados depois da criação da Renca em 1982, o que libera espaço para novos investidores;
iii) a análise dos 160 requerimentos minerários protocolizados antes da criação da Renca; muitos de empresas que parecem fantasmas ou já extintas, à exceção, por exemplo, da Vale, que tem lá 19 requerimentos de pesquisa.


·    Prevê a criação de um “Comitê de Acompanhamento das Áreas Ambientais da Extinta RENCA” de caráter consultivo, ou seja, sem poder nenhum para mudar o jogo, e nem mesmo para acompanhar áreas que já estão sob gestão de órgãos, os quais estão falidos e incapazes de garantir a proteção – Funai e ICMBio.


·    Por fim, a pérola do mais novo conceito criado no Decreto o “interesse público preponderante”. Um festival de adjetivos que nada acrescenta à legislação em vigor.


O que está em questão, portanto, e por isso a Renca tem sido acertadamente tão discutida, é um projeto para o país e para a Amazônia que nos está sendo imposto goela abaixo por um governo sem nenhuma legitimidade e que serve a interesses que claramente não são nossos.


[1] – Ata da vigésima quinta sessão do Conselho de Segurança Nacional realizada em 18 de Dezembro de 1964. Disponível em http://imagem.arquivonacional.gov.br/sian/arquivos/1013061_51385.pdf

 
http://outraspalavras.net/brasil/
diariodocentrodomundo.com.br


  • Risco não acaba com novo decreto sobre a Renca
http://www.huffpostbrasil.com/2017/08/29/risco-nao-acaba-com-novo-decreto-sobre-a-renca-diz-coordenador-de-politicas-publicas-do-wwf-brasil_a_23188690/?utm_hp_ref=br-homepage

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Tempo, passe devagar, bem preguiçoso, sem pressa de acabar


  • Coisas que adoro em você
Adoro ver você feliz.
Adoro estar perto de você.
Adoro ser mais que sua amiga.

Adoro quando sinto que você é um pouquinho meu.
Adoro olhar nos seus olhos.
Adoro compartilhar coisas com você.

Adoro sentir seu cheiro, sua respiração.
Adoro ter seu corpo coladinho no meu.
Adoro você, inteiro, só pra mim!
  •     NADA PRA DEPOIS

Depois de tanto tempo só agora você pôde perceber
Que muitos caminhos podem não ser iguais
E, sem olhar pra trás eu pude ver
     Que às vezes a gente ganha
     E às vezes é preciso esquecer
O medo de perder pra poder crescer

E eu vou como quem sabe o que faz
Eu vou como quem quer sempre mais

Quantas coisas a gente quer fazer e não diz
Quantas coisas eu quis dizer e não fiz
Mas é preciso arriscar pra saber
Só é preciso perder o medo de perder

Depois de tanto tempo só agora você pôde entender
Que nem todas as verdades são verdade
Mas há sempre alguma coisa pra aprender
Que a vida é mesmo assim
E amanhã tudo pode mudar
Mas a arte é saber recomeçar

E eu vou como quem sabe o que faz
Eu vou como quem quer sempre mais

Quantas coisas a gente quer fazer e não diz
Quantas coisas eu quis dizer e não fiz
Mas é preciso arriscar pra saber
Só é preciso perder o medo de perder


terça-feira, 1 de agosto de 2017

TRABALHO E A TENTAÇÃO DO REPOUSO

  • Num campo de lavoura, uma grande quantidade de vermes desejava destruir um velho arado de madeira que lhes perturbava os planos e, em razão disso, certa ocasião se reuniram ao redor dele e começaram a dizer ao arado robusto  e trabalhador:
- Por que não cuidas de ti? Estás doente e cansado...

- Afinal, todos nós precisamos de algum repouso...

- Liberta-te do jugo terrível do lavrador!

- Pobre máquina! A quantos martírios te submetes!...

O arado escutou... escutou... e acabou acreditando.

Ele, que era tão corajoso, que nem sentia o mais leve incômodo nas mais duras obrigações, começou a queixar-se do frio da chuva, do calor do Sol, da aspereza das pedras e da umidade do chão.

Tanto chorou, implorando descanso, que o antigo companheiro concedeu-lhe alguns dias de folga, em um canto do milharal.

Quando os vermes o viram parado, aproximaram-se em massa, atacando-o sem compaixão.

Em poucos dias, apodreceram-no, crivando-o de manchas, de feridas e de buracos.

O arado gemia e suspirava pelo socorro do lavrador, sonhando com o regresso às tarefas alegres e iluminadas do campo...

Mas era tarde.

Quando o amigo voltou para utilizá-lo, era simplesmente um traste inútil.
A história do arado é um aviso para nós todos.

A tentação do repouso é das mais perigosas, porque, depois da ignorância, a preguiça é a fonte escura de todos os males.

Jamais esqueçamos que o trabalho é uma arma poderosa que a sábia natureza nos deu para a defesa de nossa alegria e para a conservação de nossa própria saúde.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

FUTURO SEM GRAVIDADE - HUMANIDADES E PLANETAS MAIS EVOLUÍDOS

  • A Interação Psíquica nos permite compreender o Universo Psíquico e o extraordinário relacionamento que as consciências humanas estabelecem entre si e o Universo Material. 
Além disso, mostramos que a Interação Psíquica postula um novo modelo para a teoria da evolução, no qual a evolução é interpretada não apenas como um fato biológico, mas principalmente psíquico . Assim, não é apenas a humanidade que evolui no planeta Terra, mas todo seu ecossistema. Isto evidentemente, nos possibilita definir o nível evolutivo do nosso planeta e obviamente  compará-lo a outros planetas. Não é preciso ter muito discernimento para perceber que a Terra é um planeta primitivo. Vive  aqui uma humanidade ainda no início da escalada evolutiva. Basta ver as guerras sucessivas que aqui ocorrem há séculos. Nações invadem outras com o objetivo de dominar, saquear, destruir, etc. Os países mais poderosos trapaceiam constantemente  na tentativa de oprimir os mais fracos. A maioria dos políticos empenha-se em enriquecer às custas do dinheiro público, fazem todo tipo de trapaça em benefício próprio e dos grupos que representam, assim neste planeta a Política  torna-se simplesmente a arte de enganar o povo . O povo sofre sem receber de volta os benefícios que deveriam advir dos pesados impostos que paga. Grande parte da arrecadação tributária é destinada à manutenção dos governos corruptos que muitas vezes o próprio povo reelege após ser perversamente enganado por campanhas eleitorais idealizadas deliberadamente para enganar e seduzir o eleitor. Por outro lado, os grandes conglomerados financeiros, sempre ávidos por lucro, buscam investir em países onde impera a corrupção, injetando grandes quantias de dinheiro a juros extorsivos que  a população irá pagar com grande sacrifício. A verdade simples do amor fraterno é ignorada. Por outro lado, a maioria dos  cidadãos ainda não compreendeu que a saúde das partes estabelece a saúde do todo e que é preciso primeiro ajustar a conduta individual, fortificar sua vontade, o seu caráter, para, depois ter direito a um governo à sua altura.  A Natureza aqui é cruel,... sobrevive o mais forte, muitas vezes destruindo os mais fracos. Mas ela está em perfeita harmonia com o nível evolutivo médio dos que aqui vivem, porque, como já vimos, as consciências, tanto as materiais individuais como as humanas,  tendem a se agruparem por afinidade mútua. Assim do mesmo modo como células com alto grau de afinidade mútua se agrupam para formarem os tecidos e órgãos, também o ecossistema de cada planeta resulta do agrupamento de partes afins. Desse modo, a ferocidade encontrada  no comportamento da maioria dos humanos terrestres reflete apenas a natureza feroz do planeta. Por isso, não é de se estranhar a existência de tantos microrganismos patogênicos neste mundo. É neste ambiente que a humanidade terrestre exerce sua soberania. Como poderia então a terrível existência no planeta Terra ser classificada além do início de uma escala evolutiva? Contudo não se pode negar que a humanidade terrestre evoluiu bastante desde seu surgimento no planeta há aproximadamente seis  milhões de anos. Surgiram as artes, as ciências, e iniciou-se a melhor ia na qualidade de vida,  propiciando ambientes mais evoluí dos material e psiquicamente que por sua vez contribuíram para  o desenvolvimento de relevantes trabalhos para a no ssa humanidade. Assim, se a humanidade evoluiu até aqui, significa que tem grande probabilidade de continuar evoluindo no futuro, a menos é claro que ocorra uma grande catástrofe causando destruição significativa no planeta. Recentemente foram descobertos vários planetas semelhantes à Terra em outros  sistemas solares muito parecidos com o nosso. Qualquer astrônomo sabe hoje que devem existir no Universo muitos planetas semelhantes à Terra. E por que não deveria ser assim? Por que a Terra teria que ser única num universo sabidamente formado pela repetição de tantas estruturas e sistemas semelhantes? O processo da vida é sem duvida o mesmo em todo o Universo e, portanto, ela deve se desenvolver nesses planetas de modo análogo ao ocorrido na Terra. Assim sendo, outras humanidades semelhantes devem ter se desenvolvido no Universo e, obviamente algumas devem estar mais evoluídas que outras pelo simples fato de terem iniciado primeiro. Portanto, considerando que a Terra está no início da escalada evolutiva  é de se esperar que  existam outras humanidades mais evoluídas, ou  mesmo muito mais evoluídas que a nossa. Neste contexto, pela lei da afinidade mútua, planetas com  Natureza também mais evoluídas abrigariam essas humanidades. Seres humanos mais evoluídos convivendo com animais também mais evoluídos num ambiente onde a palavra "predador" é algo desprovido de significado.  Talvez possamos avaliar nosso atual nível evolutivo pelo nível de desenvolvimento de nossa ciência. Ela é ainda muito jovem. Basicamente, só tem alguns  séculos de existência. As nossas espaçonaves não conseguem sequer nos levar além da Lua. Mas, com muita dificuldade,  já enviamos espaçonaves não tripuladas aos planetas vizinhos. O grande problema é vencer a gravidade. Estamos presos à Terra e o que nos prende é a gravidade. Então controlar a gravidade significa muito mais do que um grande avanço tecnológico, significa a superação de uma etapa altamente relevante no processo evolutivo da humanidade. Será que humanidades mais evoluídas já conseguiram este feito? Neste caso já estariam viajando para observar a vida se desenvolvendo em planetas mais atrasados, como o nosso. Aí uma grande responsabilidade para estes viajantes: não interferir no processo evolutivo desses planetas. Percebe-se então uma certa correlação lógica entre o fato deles já controlarem a gravidade, o que lhes permite viajar para outros mundos, e a obrigação  de não interferir no planeta visitado. No nosso caso, no nosso atual nível de evolução  psíquica, se já tivéssemos construído essas espaçonaves,  respeitaríamos as outras humanidades ainda em estado evolutivo inferior, zelando pelo seu sucesso ou nos aproveitaríamos da sua fragilidade para dominá-los e explorá-los? Talvez a resposta a esta pergunta explique porque ainda continuamos prisioneiros neste mundo. Na prática o controle da gravidade significa muito mais do que a possibilidade de construirmos espaçonaves que nos permitirão explorar o Universo, significa também uma melhoria radical com enormes benefícios para os sistemas de transporte, geração de energia e telecomunicações. Só para  se ter uma ideia, a energia que consumiremos no futuro deverá ser extraída diretamente do próprio campo gravitacional da Terra, e sua utilização não deverá causar nenhuma poluição ao meio ambiente. A existência de massa imaginária  (massa psíquica ) prevista no artigo: “ Mathematical Foundations of the Relativistic Theory of Quantum Gravity”  e a possibilidade experimental de sua detecção por meio de um dispositivo que usa o controle de gravidade (GCC) irá nos permitir obter imagens de corpos psíquicos  invisíveis ao olho nu. Os chamados Espíritos  nada mais são do que corpos psíquicos.  Então será possível obtermos imagens de espíritos fora do corpo humano ao qual estiveram associados. Sabemos que já existem softwares que permitem comunicação a partir do movimento labial, portanto, será possível estabelecer comunicação direta com esses espíritos. Imagine então como isso será altamente relevante para a humanidade. No campo das telecomunicações, as ondas eletromagnéticas darão lugar às ondas gravitacionais “virtuais”. As ondas gravitacionais “virtuais” são muito  mais apropriadas  para transmitir informações, devido seu espalhamento (scattering) nulo . Este fato além de evidenciar a superioridade das ondas gravitacionais “virtuais” com relação as ondas eletromagnéticas  responde a uma antiga questão proposta por alguns cientistas que postulavam a não-existência de vida extraterrestre. Se haviam civilizações evoluídas em outros planetas por que não conseguimos detectar suas transmissões de rádio, televisão, etc.? Porque há  muito eles se comunicam via ondas gravitacionais e nós aqui sequer já começamos a operar com este tipo de ondas, nossos transmissores e receptores ainda operam com as primitivas e ineficientes ondas eletromagnéticas. Além do mais, como já vimos, as humanidades mais evoluídas têm a responsabilidade de não interferir nas menos evoluídas.  O que o controle da gravidade pode representar para o mundo é tão revolucionário e grande que mal podemos imaginar. Quase tudo será mudado no planeta. Espaçonaves gravitacionais, por exemplo, irão trafegar no espaço, usando energia gravitacional (não-poluente). A construção civil irá empregar o mecanismo para carregar imensos blocos, dispensando os guindastes.*** Rios e alimentos poderão facilmente ser mudados de lugar, combatendo a seca e a fome em várias regiões do planeta. E a conquista espacial ganhará um grande impulso. Hoje, como sabemos a maior parte do combustível carregado por uma nave é utilizada para escapar da força gravitacional terrestre. Além disso, é sabido que drogas farmacêuticas revolucionárias poderão ser manufaturadas em ambientes com micro-gravidade trazendo grandes benefícios para a nossa medicina. Tudo isto  só pode ter um significado: a chegada de uma nova era para uma humanidade que deixará para trás um período de trevas e avançará com determinação para um novo horizonte de possibilidades.           Há um consenso entre os principais físicos do planeta de que nessa época a química, a biologia e até mesmo a economia já tenham sido incorporadas à Física. Então será a vez dos fenômenos psíquicos serem totalmente explicados pela Física. O homem começará a desenvolver suas  possibilidades psíquicas a partir de treinamento regular na própria escola. Imagino os físicos dessa época... Um futuro simplesmente brilhante .
 

*** A energia gravitacional nos fará compreender, definitivamente, como outros seres bem mais evoluídos nos visitaram no passado e ergueram com facilidade aqueles enormes blocos da Pirâmide do Egito.
  •      FÍSICA DOS MILAGRES - Fran De Aquino - Cap. XIV  ....pag ........130

terça-feira, 30 de maio de 2017

NATUREZA DE UM MUNDO LINDO

  • Vidas podem ser mudadas: mude seu mundo
O pior adoecimento é o conformismo, pois amortece a vontade, fragiliza a luta, mata a esperança. Seguir em um namoro requentado, persistir num péssimo emprego, emudecer diante de uma injustiça são alguns sintomas da resignação. Entendo: o mundo é vasto, a sociedade é complexa, o sistema tem a sutileza de um trator, as flores são frágeis. Há desigualdade, desorganização, corrupção e maldade. Tem canalha com auréola de santo. Tem santo de pau oco. Há puxadores de tapetes, e arrivistas, (pessoas ambiciosas que querem ter bom êxito a todo custo)... que se dão bem.
  •  CONSTANTE PRODUÇÃO DE UM MUNDO LINDO